segunda-feira, 6 de março de 2017

Cirurgia de miopia: O convênio cobre?

Saiba em qual situação o convênio pode cobrir a cirurgia de miopia.

Nos últimos anos, a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar divulgou uma série de alterações nas disposições regulatórias do setor de prestação de serviços de saúde. Com tantas modificações, muitos contratantes ainda têm dúvidas de quais são, de fato, os procedimentos obrigatórios a serem oferecidos pelas centenas de convênios médicos, seguros, empresas de planos de saúde, hospitais e clínicas de todo o Brasil. Uma das dúvidas mais frequentes com relação às novas disposições é se o plano de saúde está obrigado a cobrir a cirurgia de miopia.
Segundo dados da Revista Istoé, o Brasil possui aproximadamente 37 milhões de usuários de óculos prescritivos ou lentes corretivas (número que o coloca como quinto maior país do mundo em usuários). Em um universo tão imenso de interessados, vale a pena esclarecer sobre as questões que ainda podem estar pendentes.
Em janeiro de 2012, a ANS determinou no Diário Oficial da União que os convênios médicos incluíssem mais de 70 novos procedimentos nos planos básicos. Entre eles estão o transplante de medula óssea, o teste de HAM e consultas com psicólogo, por exemplo.
Entretanto, mesmo com as inserções de novos procedimentos, a cirurgia de miopia continua fora da lista. Na verdade, a agência reguladora obriga os convênios médicos a cobrirem a cirurgia apenas em casos de miopia estável e superior a cinco (5) graus. Abaixo dessa quantia, o procedimento é considerado mera correção estética e, portanto, fica de fora dos serviços obrigatórios.
Com quase 40 milhões de míopes, o lobby exercido pelos grandes hospitais, clínicas e empresas de saúde do Brasil não foi pequeno desde a determinação do governo federal, já que o impacto nos custos hospitalares é significativo. O certo é que, por enquanto, apenas quem possui alto grau de miopia poderá fazer a reparação por conta das empresas de saúde.
Fonte:http://abcplanosdesaude.com.br/cirurgia-de-miopia/

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domingo, 5 de fevereiro de 2017

CENTRO ESPECIALIZADO EM CIRURGIA DO JOELHO - Joelho a maior Articulação do Corpo Humano




Joelho – A maior Articulação do Corpo Humano

O joelho é considerado a maior articulação do corpo humano, com pouca estabilidade no esqueleto ósseo e muita flexibilidade. É formado por três ossos: o fêmur (coxa), a tíbia (perna) e um grande osso acessório, a patela (rótula). Os movimentos funcionais do joelho são: flexão (dobrar), extensão, rotação medial (rodar internamente) e rotação lateral (rodar externamente). Para a execução de tais movimentos com estabilidade, o joelho possui algumas estruturas essênciais, que serão citadas a seguir:

Os Meniscos são estruturas fibrocartilaginosas internas do joelho em forma de semi-círculo que repousam sobre a face articular da tíbia, ajudam na distribuição de carga (absorção), estabilidade, lubrificação e sensação de posição e velocidade. Existem dois meniscos em cada joelho (medial e lateral) e a torção pode levar a ruptura deles.

Os Ligamentos são os principais responsáveis pela estabilização do joelho. Situam-se internamente, unem o fêmur a tíbia e são formados por tecido colágeno. Temos dois que cruzam a articulação, e de acordo com a sua inserção na tíbia recebem a sua denominação; o LCA e o LCP. E mais dois que se situam nos compartimentos internos e externos, o LCM e o LCL respectivamente.

O LCA é o Ligamento Cruzado Anterior, comumente acometido nas lesões esportivas, é o principal responsável para impedir a translação anterior da tíbia (ou seja, evitar que a perna vá para a frente).

O LCP é o Ligamento Cruzado Posterior, a sua lesão é mais rara, geralmente associado a traumas de alta energia, é o responsável pela estabilização posterior (ou seja, impede que a perna vá para trás).

O LCM é o Ligamento Colateral Medial, situa-se na borda interna do joelho e é o responsável para evitar a abertura em valgo (dobrar a perna para fora). A sua lesão na maioria das vezes é tratada conservadoramente.

O LCL é o Ligamento Colateral Lateral, situa-se na borda externa do joelho. É o responsável para evitar a abertura em varo (dobrar a perna para dentro). Na maioria das vezes, a lesão deste é concomitante com o comprometimento de outro ligamento. 



Cirurgia de Ligamento Cruzado Anterior - Lesão do LCA

O ligamento Cruzado Anterior,é o ligamento mais lesado do corpo humano. Situa-se internamente no joelho, formado por tecido colágeno, une o fêmur a tíbia. É o principal responsável para impedir a translação anterior da tíbia( ou seja, impedir que a perna vá para a frente).Em razão da sua localização anatômica, é particularmente vulnerável aos traumas, principalmente nos esportes. A sua lesão é uma das mais temidas dos atletas e talvez pelo fato de vivermos no país do futebol, tem um destaque maior na mídia.
Muito freqüente na prática desportiva, principalmente aqueles esportes que exigem mudanças bruscas de direção associada ao contato corporal.

Mecanismo de Lesão
O mecanismo mais comum de lesão do LCA é a torção do joelho, principalmente quando o pé fica preso (fixo) no solo e o corpo gira internamente em relação a perna (abdução, flexão e rotação externa). Também podemos ter outras maneiras de lesionar como: agachamento, hiperflexão do joelho e traumas diretos no joelho (pancadas), além de outros tipos de mecanismos. O grau de energia realizada nesta torção irá determinar a sua  lesão parcial ou total, assim como o acometimento ou não de outras estruturas do joelho (meniscos, cartilagem e outros ligamentos).

Diagnóstico
O paciente geralmente chega no consultório, referindo torção durante a prática esportiva (futebol na maioria das vezes) seguida de um estalido audível ou perceptível no momento do trauma, derrame articular (inchaço) e a incapacidade de retornar à atividade. Com estes dados, já temos 80% de chances de ter lesionado alguma estrutura interna do joelho. Esse percentual aumenta, se com o passar dos dias surge um novo sintoma, que por muitos é citado como “falseio” ( falta de confiança) decorrente da falta da integridade do LCA.
Para a avaliação da integridade do LCA existem inúmeros testes, os testes mais utilizados são as manobras de Lachman, gaveta anterior e os testes provocativos da subluxação femorotibial.
A Ressonância magnética é frequentemente utilizada para confirmar o diagnóstico da lesão do LCA. Porém, de acordo com alguns estudos americanos, nem sempre é um exame pré-operatório fundamental quando a história clínica e o exame físico deixam claro o diagnóstico.

Tratamento
Na fase aguda da lesão, o tratamento consiste em reduzir o edema (inchaço) do joelho, através de repouso, uso de gelo, enfaixamento e elevação do membro; pode-se administrar antiinflamatórios e analgésicos como sintomáticos.
Com relação à escolha do tratamento, deve-se levar em consideração fatores relativos ao paciente, como sexo, idade, ocupação, nível de participação esportiva, lesões intra-articulares associadas, grau de frouxidão do joelho (lesão parcial ou total) e expectativas para o futuro.
Nas rupturas parciais, a conduta para o tratamento depende da quantidade lesionada e do sintoma de falseio do atleta. Se não houver a sensação de falseio e instabilidade, e durante o exame do atleta o médico constatar pouca frouxidão, pode ser tentado o tratamento sem cirurgia com reabilitação muscular e exercícios de propriocepção (fisioterapia, ver protocolo em reabilitação), mas sempre deixando claro ao atleta que o ligamento não é mais o mesmo e que a ruptura completa poderá ocorrer. Este tipo de tratamento (conhecido como conservador) também pode proporcionar um nível de função satisfatório àqueles pacientes que não desejam retomar qualquer tipo de atividade física.
Quando o ligamento cruzado anterior se rompe totalmente, o tratamento é cirúrgico na maioria dos casos, pois há a necessidade da sua reconstrução (este ligamento não tem a capacidade de se regenerar e colar sozinho). O planejamento cirúrgico na reconstrução do LCA começa com a escolha do enxerto. Existem dois tipos de enxertos que podemos utilizar e são retirados do próprio paciente (auto-enxertos): o Patelar (terço central do tendão patelar) e os tendões do Semitendíneo e do Grácil( retirados da parte interna da coxa). Os estudos demonstram resultados muito similares entre ambos os enxertos. Em relação ao método de fixação (pinagem), existem muitos descritos e a escolha depende do cirurgião e do enxerto escolhido.
Temos optado pela Reconstrução do LCA com os tendões do Semitendíneo e Grácil nas rupturas primárias ( primeira lesão) e a Reconstrução do LCA com o tendão Patelar nas re-rupturas.

Diferentemente do passado, nos dias atuais, sabemos que o tratamento da lesão deste ligamento, permite o retorno a prática da atividade esportiva pré-lesão. Porém a dedicação, disclipina e responsabilidade no seguimento do protocolo de reabilitação pós operatória na fisioterapia, são determinantes para atingirmos este objetivo.

Cirurgia de Ligamento Cruzado Anterior - Lesão do LCP


ANATOMIA - 
Este ligamento não é tão frequentemente lesionado quanto o LCA, porem atualmente devido ao grande número de acidentes de trânsito envolvendo motociclistas, esta lesão tem aumentado significativamente. Outra causa de lesão seria por trauma esportivo, (rugby e futebol americano). O ligamento cruzado posterior é uma estrutura intra-articular e extrassinovial. Tem 32 a 38 mm de comprimento com 11mm2 de área de secção transversa no seu terço médio. Sua origem femoral e inserção tibial têm área até três vezes maior que essa espessura. O ligamento pode ser dividido funcionalmente em dois feixes (ou bandas), sendo um deles mais largo e anterolateral (origem anterior no fêmur e inserção lateral na tíbia) e outro menor e posteromedial (origem posterior no fêmur e inserção medial na tíbia) . Outras pesquisas ainda mostram que o ligamento é composto por fibras contínuas que formam três ou até quatro bandas. A origem do ligamento é no aspecto anterolateral do côndilo femoral medial, um centímetro proximal à superfície articular e a sua inserção é no aspecto posterior da metáfise tibial aproximadamente a um centímetro distal à linha articular e 7mm anterior à cortical posterior da tíbia.


BIOMECÂNICA - 
O ligamento cruzado posterior é restritor primário da translação posterior da tíbia, sendo a banda anterolateral a maior responsável por esta característica. Foi comprovado que o ligamento não é uma estrutura isométrica mantendo as fibras anterolaterais tensas e mais verticais em flexão e as posteromediais tensas e mais verticais na extensão.


MECANISMO DE LESÃO -
Traumas de alta e baixa energia podem levar à lesão do ligamento cruzado posterior. Nos acidentes automobilísticos as lesões em geral ocorrem com uma força direta sobre a região anterior da tíbia proximal no joelho fletido. Neste tipo de trauma uma abrasão anterior característica pode estar presente. Lesões de baixa velocidade acontecem em atividades esportivas com hiperflexão e com hiperextensão do joelho. Quando a ruptura ocorre, ela é tipicamente intrasubstancial.

EPIDEMIOLOGIA - 
A incidência da lesão do ligamento cruzado posterior varia dentre diversas publicações entre 1% e 44% das lesões agudas no joelho. Na população em geral é de 3%, e 37% entre os pacientes com hemartrose. Como já citado anteriormente, as lesões estão presentes em pacientes vítimas de acidentes automobilísticos, principalmente, e em atletas.

DIAGNÓSTICO

Clínica
A história e o mecanismo do trauma levam a suspeita diagnóstica. No exame físico do paciente com trauma agudo está presente, tipicamente, o edema e o derrame articular, além da dor à flexão do joelho na região posterior do mesmo. A gaveta posterior se mostrou a teste mais sensível para o diagnostico da lesão. Este é realizado com o joelho em 90º de flexão fazendo-se força sobre a tíbia proximal no sentido anteroposterior. A posteriorização da tíbia é graduada como I quando está entre 0 e 5mm, grau II quando entre 5 e 10mm e grau III quando é maior que 10mm. As lesões grau III têm, em geral, lesões ligamentares e capsulares associadas. Nestes casos o exame do compartimento posterolateral com, por exemplo, a avaliação comparativa da amplitude de rotação externa dos membros é essencial.

Radiologia
A ressonância magnética é o exame mais sensível e especifico para lesões agudas, atingindo próximo de 100% de acurácia em alguns estudos. O exame aponta o local da lesão (avulsão no fêmur ou na tíbia, ou intrasubstancial) e ainda avalia as outras estruturas do joelho como os demais ligamentos, os meniscos e a cartilagem. Nas lesões crônicas, a ressonância pode não mostrar a perda de continuidade do ligamento e é menos importante que a história e o exame físico para definir o diagnóstico e o tratamento.


TRATAMENTO - 
Apesar do grande avanço no conhecimento da anatomia e biomecânica deste ligamento o tratamento do cruzado posterior ainda é um assunto controverso. Os objetivos da reconstrução incluem a restauração da estabilidade e função do joelho, as quais podem ser obtidas em muitos casos com o manejo não cirúrgico.

Tratamento Não Cirúrgico
Classicamente indicado a pacientes com lesões agudas isoladas graus I e II. Sendo o exame físico e a ressonância magnética cruciais para confirmação da lesão isolada.
O manejo não operatório baseia-se inicialmente em imobilização do joelho em extensão por volta de 4 a 6 semanas, com posterior fortalecimento do quadríceps e carga progressivos, estando o paciente apto à retornar as atividades em média 3 a 4 meses após a início do tratamento.

Tratamento Cirúrgico
Lesões combinadas do ligamento cruzado posterior, principalmente com o compartimento posterolateral, avulsões e lesões grau III isoladas sintomáticas são de indicação cirúrgica. As indicações cirúrgicas têm aumentado após estudos que mostraram deteriorização da função do joelho em longo prazo com o tratamento não cirúrgico e com a evolução das técnicas cirúrgicas apresentando, cada vez mais, melhores resultados. A insuficiência do ligamento levaria ao aumento na pressão e degeneração principalmente dos compartimentos femoropatelar e medial.
Os métodos cirúrgicos para reconstrução do LCP podem ser divididos de acordo com número de bandas reconstruídas (uma banda ou duas bandas), método de fixação na tíbia (método transtibial ou método “inlay”) e método de confecção do túnel femoral (método “inside-out” e método “outside-in”).
A idéia da dupla banda tem como fundamento a anatomia do ligamento que possui feixes não isométricos com uma origem tibial e duas inserções femorais. Recentes estudos biomecânicos mostraram superioridade da dupla banda nos testes em cadáver.
O método de fixação “inlay” surgiu com alternativa à fixação transtibial. Esse método basea-se na confecção artroscópica de túneis femorais e fixação por via aberta da porção óssea do enxerto diretamente sobre a tíbia posterior evitando-se a curva do enxerto (“killer curve”) presente na fixação transtibial que com o passar do tempo “enfraquece” o enxerto segundo alguns cirurgiões.
A confecção do túnel femoral de dentro para fora mostrou desvantagem biomecânica em relação à técnica de fora para dentro, que propicia uma menor angulação no enxerto.

Complicações
A mais comum é frouxidão residual após a reconstrução. A mais séria e temida é a lesão neurovascular intraoperatória, especialmente da artéria poplítea. Outras complicações são artrofibrose, infecção e osteonecrose do côndilo femoral medial.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Veja o que acontece quando você dorme com os pés descobertos


Apesar de nos encontrarmos em pleno inverno e algumas regiões do Brasil estarem experimentando noites de temperaturas consideravelmente baixas, saiba que dormir com os pés para fora da coberta é um ótimo negócio para sua saúde. Isso porque a ciência sugere que a temperatura corporal e a qualidade do sono estão relativamente relacionadas.

De acordo com a pesquisadora Natalie Dautovitch, professora de psicologia na Universidade do Alabama, EUA, e porta-voz da National Sleep Foundation, apesar de soar contraproducente para algumas pessoas, dormir com os pés descobertos garante uma noite de sono melhor, já que eles ajudam a manter o corpo em uma temperatura mais baixa. Mais especificamente, você acaba dormindo mais rápido e mais profundamente.
Em entrevista à New York Magazine, Dautovitch afirmou que os pés são umas das melhores partes do corpo quando o assunto é se livrar do calor, e não a cabeça. Eles não possuem pelos, e contêm as chamadas anastomoses arteriovenosas, conhecidas estruturas que ligam as artérias às veias, antes que ambas se reúnam aos vasos capilares. Logo, quando está mais quente, essas estruturas se dilatam para permitir uma maior passagem se sangue para a pele, a fim de resfriá-la.
Segundo a especialista, a temperatura de nosso corpo já começa a cair antes mesmo de dormir (cerca de um a dois graus) e, em seguida, uma nova queda ocorre, mas quando já estamos dormindo. Logo, cobrir completamente o corpo vai aquecê-lo novamente.
Eu acho que é interessante tentar arrefecer nossos corpos”, disse Dautovich. “Colocar o dedo do pé para fora, ou todo o pé, poderia garantir um sono mais restaurador. Fazer isso enquanto tenta pegar no sono pode ser uma forma de conseguir dormir melhor”. De acordo com a Medical Daily, você ainda pode tomar um banho morno antes de deitar ou até mesmo beber algo quente antes de dormir, porque ambos poderão ajudar ainda mais o corpo a esfriar. 
Para uma noite de sono ser considerada boa, a temperatura ambiente deve estar entre 23 e 12 graus Celsius. Você pode garantir isso por meio de ar condicionado, ou deixando o ar bater diretamente em seu corpo, mas os especialistas concordam que deixar os pés mais “frescos” ajuda certamente em obter um sono mais profundo e de melhor qualidade.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Por que é tão difícil manter contato visual durante uma conversa

Não é só timidez: partes do seu cérebro não funcionam direito enquanto você olha nos olhos de outra pessoa


Contato visual pode te fazer parecer mais confiável ou até apaixonante, mas dá um certo trabalho para o seu cérebro.
Segundo um novo estudo desenvolvido na Universidade de Kyoto, conversar quando você está olhando nos olhos de outra pessoa é difícil porque o cérebro fica sobrecarregado pelo olhar e tem dificuldade de pensar nas palavras certas.
Para o experimento, os pesquisadores recrutaram 26 voluntários para um jogo de palavras. Eles precisavam adivinhar um verbo associado a uma palavra dada pelos cientistas – faca, por exemplo, teria que ser ligada ao verbo cortar.
Durante a brincadeira, um grupo de participantes ficava encarando e sendo encarado por um rosto gerado por computador. Outra parte dos voluntários jogou enquanto a pessoa computadorizada olhava para baixo.
O segundo grupo foi melhor – e quanto mais difícil era a associação de palavras, maior a diferença de desempenho, com o pessoal do contato visual demorando cada vez mais para encontras as palavras.
Imagine a mesma situação na vida real: o impacto do contato visual atrapalha quando precisamos nos concentrar para encontrar palavras difíceis, porque os dois esforços cognitivos sobrecarregam o cérebro.
Os pesquisadores japoneses acreditam que isso é um indício de que a comunicação verbal e a não verbal são mais ligadas no cérebro do que a gente imaginava: seria uma fonte só, que começa a nos incomodar quando muitos fatores dependem dela.
Ou seja, os resultados do estudo indicam que, se você gosta de manter aquele clima de intimidade, com olho no olho, é melhor complementá-lo com conversas menos complexas.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

13 hábitos que ajudam a diminuir a barriga

Sem “pochete”

São Paulo – Você faz dieta, sua a camisa na academia, mas ela continua no mesmo lugar. Até mesmo para quem não é obeso, a barriga saliente pode ser um incômodo e tanto. De acordo com a nutricionista Sonja Salles, da Greenday, para se livrar de vez da gordura abdominal, em geral, é preciso perder peso, já que oemagrecimento é global, com perda mais acentuada onde há acúmulo de banha.
Apesar disso, existem hábitos (alimentares ou não) que ajudam a reduzir esse volume desnecessário. Além de Sonja, EXAME.com consultou a também nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center. As duas indicaram atitudes aliadas dessa batalha, que precisa ser levada ainda mais a sério pelas pessoas que têm tendência ao problema. Confira.

Gastar mais calorias do que consome

Não tem jeito. Para queimar gordura (do abdômen ou outra parte do corpo), é preciso ter um gasto energético maior do que o consumo. De acordo com Sonja Salles, “para perder peso é necessário uma diminuição do valor calórico ingerido diariamente”.
A fórmula não é apenas ingerir poucas calorias, mas também seguir um programa alimentar rico em nutrientes, fibras e antioxidantes. O ideal é comer cinco porções diárias de frutas e vegetais, mas também é possível substitui-las por sucos funcionais, caso a pessoa não tenha esse hábito.

Corrigir a postura

“A postura errada faz com que a barriga pareça maior”, afirma Cintia Azeredo. Por isso, corrigir o corpo é essencial. Segundo, atividades e exercícios, como pilates e ioga, são boas opções para melhorar a postura e manter a saúde. 

Comer alimentos com fibras

“O aumento do consumo de fibras na dieta contribui para redução da barriguinha, já que as pessoas tendem a ingerir menos gorduras e calorias”, afirma Cintia Azeredo. Ela e Sonja concordam que ingerir frutas, vegetais, aveia e alimentos integrais, por exemplo, ajuda a jogar fora o excesso de gordura e a melhorar o funcionamento do intestino.
Associados às fibras, vale a pena comer fontes de ômega-3, como sardinha, salmão, chia e linhaça, que também atuam no emagrecimento (e, consequentemente, na perda da barriga).

Fazer exercícios

Para perder peso e barriga, não basta ter uma dieta balanceada. O trabalho deve ser feito em conjunto com exercícios físicos aeróbicos e localizados, que queimam calorias e fortalecem a musculatura do abdômen. “É importante o acompanhamento de um educador físico para melhores resultados”, afirma Cintia.

Evitar pão branco

O pãozinho francês ou o pão de forma do misto quente estão entre os alimentos que ajudam a aumentar a barriga. Apesar de parecerem inocentes, seu principal ingrediente, a farinha refinada (branca) é a responsável, segundo Cintia Azeredo. “Ela, leva à fermentação e produção de gases, por meio de seu carboidrato, provocando aumento abdominal. Prefira os pães integrais”, diz.

Reduzir o açúcar da dieta

A nutricionista Cintia Azeredo afirma que o açúcar também é um ingrediente que causa aumento do abdômen, já que provoca desequilíbrio da flora intestinal. Esse efeito reduz a presença de bactérias benéficas e aumenta a quantidade de micro-organismos maléficos, levando à distensão do abdômen, além, claro, de engordar.

Combater o estresse

Fazer aquilo que gosta e evitar situações e uma rotina estressante está entre os hábitos sugeridos pela nutricionista Cintia para reduzir a barriga. Isso porque o estresse ajuda a aumentar o peso, devido a reações hormonais prejudiciais.
Atividades prazerosas, de lazer e bem-estar são a chave para compensar o cotidiano pesado, que nem sempre pode ser contornado.

Evitar bebidas alcoólicas

Assim como o açúcar, as bebidas alcoólicas levam à distensão abdominal pelos mesmos motivos. Ao desequilibrar a flora bacteriana intestinal, elas prejudicam a aparência. Além disso, os drinks ainda podem engordar, devido ao alto grau de calorias.

Cortar comidas ricas em sódio

Para quem deseja reduzir o volume da barriga, comer embutidos e congelados, por exemplo, é um retrocesso. De acordo com Cíntia, esses e outros alimentos industrializados costumam ter grande quantidade de sódio, além da gordura. “Isso faz com que ocorra a retenção de líquidos, levando a sensação de inchaço na barriga”, afirma.

Investir nos termogênicos

Aliados no combate ao barrigão e ao excesso de peso são os chamados alimentos termogênicos. Essas comidas e bebidas costumam acelerar o metabolismo e, com isso, impulsionam o gasto de calorias. Alguns exemplos são a pimenta vermelha, canela, gengibre, chá verde e água gelada.

Fugir do que é “junk”

Se o intuito é perder a barriga ou afastar as chances de ela aumentar, as comidas gordurosas, como salgadinhos, empadões, queijos gordurosos, sanduíches, frituras e manteiga, devem ser evitados, de acordo com as nutricionistas. Além de dificultar o acúmulo de gordura no abdômen, esse hábito previne problemas como o colesterol alto e doenças cardiovasculares.

Evitar refrigerantes

Cintia ainda afirma valer a pena cortar os refrigerantes do cardápio, por duas razões. A primeira diz respeito à grande quantidade de açúcar das fórmulas. A segunda está ligada ao gás, que também ajuda a inflar a barriga, dando a impressão de estar maior.

Controlar alimentos que causam desconforto

Apesar de nutritivos, há alimentos que podem causar desconforto abdominal, segundo Cintia Azeredo. Repolho, brócolis, couve-flor, couve e feijões são alguns exemplos de comidas que provocam o aumento de gases em algumas pessoas e, assim, aumentam a barriga.
Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida

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